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A educação superior no Brasil passou por mudanças significativas desde a década de 1990, destacando a implementação de programas governamentais visando democr…
A educação superior no Brasil passou por mudanças significativas desde a década de 1990, destacando a implementação de programas governamentais visando democratizar o acesso ao ensino superior. A reforma da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) promoveu uma nova dinâmica entre o governo e as Instituições de Ensino Superior (IES), com foco nas instituições públicas. O Programa Expandir (2005) e o Reuni (2007) exemplificam os esforços do governo federal em expandir as universidades federais para cidades do interior, aumentando as oportunidades educacionais para populações anteriormente desassistidas. Este movimento inclui a criação do campus da Universidade Federal de Viçosa em Rio Paranaíba (UFV-CRP) em 2006, que enfrenta atualmente baixa demanda de matrículas. Este trabalho teve como objetivo delinear o perfil dos estudantes da UFV-CRP e conhecer quais fatores influenciam os estudantes a optarem pela Universidade Federal de Viçosa, especificamente o campus Rio Paranaíba. A metodologia utilizada para o desenvolvimento desta pesquisa foi de natureza qualitativa e quantitativa, do tipo descritiva. A coleta de dados estabeleceu-se por meio de entrevistas e questionários, sendo que a dimensão da amostra das entrevistas se deu a partir da saturação das respostas e, para cálculo da amostra de participantes para aplicação dos questionários utilizou-se a calculadora amostral no site SurveyMonkey. Ao todo, 20 estudantes foram submetidos a uma entrevista semiestruturada, que teve como apoio o referencial teórico e, em seguida, 323 estudantes responderam ao questionário elaborado a partir dos fatores identificados nas entrevistas e no referencial teórico. Para a análise dos dados, este estudo fez uso da Estatística Descritiva, Análise Fatorial Exploratória e Teste de Média. O Excel foi utilizado na tabulação dos dados e o software livre JASP foi utilizado para gerar tabelas e cálculos de média. Os resultados demonstram a diversidade étnica e socioeconômica dos estudantes da UFV-CRP, enfatizando a importância das políticas públicas de inclusão. A análise indicou que os estudantes buscam superar o nível educacional de seus pais, reforçando a necessidade de políticas educacionais inclusivas. O estudo identificou sete fatores principais que influenciam a escolha dos estudantes pela UFV-CRP: Experiência acadêmica; Reconhecimento e qualidade da instituição; Segurança e infraestrutura; Influência de terceiros; Representatividade de grupos; Conveniência geográfica e Perspectivas de carreira. Esses fatores, similares aos encontrados em instituições privadas, contribuem teoricamente ao aplicar conceitos de marketing ao contexto das instituições públicas. Conclui-se que a decisão dos estudantes é multifatorial, envolvendo aspectos acadêmicos, práticos e emocionais. Destaca-se a necessidade de estratégias de marketing, a reestruturação do setor de comunicação e o fortalecimento das ações e projetos desenvolvidos pela instituição para aumentar a adesão e a participação dos estudantes, aprimorando a divulgação e visibilidade do campus.
Marketing públicoFatores de escolhaIES federalEstudantes
A. subcrenata Buser in Scrinia Fl. Select. 12: 268, 285-286 (1893) [exsicc. n.° 2992];A. vulgaris var. subcrenata (Buser) Murb. in Bot. Not. 1895: 266 (1895).Hierba perenne. Tallos fértiles…
A. subcrenata Buser in Scrinia Fl. Select. 12: 268, 285-286 (1893) [exsicc. n.° 2992];A. vulgaris var. subcrenata (Buser) Murb. in Bot. Not. 1895: 266 (1895).Hierba perenne. Tallos fértiles 15-40 × 0,15-0,3 cm, de longitud 1-2 veces la de los pecíolos de las hojas de la roseta, de ascendentes a erectos, con 6-12 entrenudos, pelosos en la parte inferior en un 70-100% de la longitud del tallo –pelos de patentes a subreflejos (90-110°)–. Hojas de la roseta con el limbo de 3-12 cm de ancho, de reniforme a circular (250-480°), herbáceo, muy ondulado, dividido un 15-40% del radio en (7)9-11 lóbulos, de semicirculares a triangulares –lóbulo distal de 45(-60)° de amplitud, de margen entero a lo largo de 0-1 mm por cada lado (un 0-20% de su longitud), con 13-21 dientes, de 1-2,5 X 1-6 mm [un 4-8% del radio del limbo y de razón longitud/anchura = (0,25)0,5-1], de anchamente triangulares a anchamente mamiformes, incurvados, agudos u obtusos–, con el haz de un verde prado a verde obscuro, mate, con pelosidad, velutina, de laxa a densa [0-8(15) pelos por mm 2, 0-500 por cm 2], y el envés de esparcido a densamente velutino (0-20 pelos por mm 2, 0-1000 por cm 2); pecíolo 1-3 mm de grosor, 2/3-4/5 cilíndrico, con la cara interna convexa, externa e internamente verde o purpúreo –véase en el corte transversal–, todos con pelosidad de laxa a densa –pelos de 1-1,5 mm, de patentes a subreflejos (90-110°)–; estípulas 25-60 mm (un 7-20% de la longitud del tallo fértil), blanquecinas, con el ápice casi siempre verdoso, con las aurículas de 4-6 mm de ancho y de razón longitud/anchura = 2-4, de agudas a casi siempre truncadas, libres entre sí, cada una con 3-13 dientes estrechos y agudos, incisión de la ócrea 3-5 mm. Hoja caulinar más grande de anchura un 7-15% de la longitud del tallo, con 5-7 lóbulos, y de cordada a truncada en la base. Hoja caulinar inferior con las estípulas anchamente infundibuliformes, rectas, lateralmente divergentes, con el ápice truncado, cada una con 5-7 dientes. Hoja caulinar superior de lóbulos con 3-7 dientes cada uno; estípulas 5-10 mm, hendidas hasta un 30-50% del radio en 5-7 dientes –dientes de razón longitud/anchura = 1-2, casi homogéneos–. Brácteas hendidas un 25-40% del radio, lacinias de razón longitud/anchura = 0,5-1,5. Inflorescencia con 75-500 flores, de 2-9 cm de anchura, bastante estrecha; monocasios con 2-8 flores cada uno, densamente bostricoides –entre los monocasios hay 1-3 flores terminales, pseudoumbeladas–; pedicelos floríferos 1-2 mm (en las flores terminales, 2-3,5 mm), glabros, al fin divaricados. Flores 1,5-4 × 2,5-4 mm, verdes. Receptáculo glabro; en la madurez, de razón longitud/anchura = 1-1,6, de campaniforme a cilíndrico, atenuado en la base y de anchura uniforme en la parte superior o algo estrechado. Sépalos de razón longitud/anchura = 1-1,7 y de longitud un 50-85% de la del receptáculo, de arqueados a rectamente triangulares, agudos, glabros o de ordinario con pelos dispersos en el ápice, al fin erectos; piezas del calículo de razón longitud/anchura = 1,3-3, de longitud un 50-67% de la del receptáculo, un 67-100% de la de los sépalos y de anchura un 20-60% de la de éstos, de oblongas a ovadas, con 1-3 nervios, glabras o casi siempre con pelos dispersos en el ápice, al fin bastante erectas. Estambres con filamentos de 0,4-0,7 × c. 0,1 mm, no ensanchados en la zona de inserción; toro del disco nectarífero más estrecho que el orificio, en general abundantemente peloso. Carpelo 1(2); estilo totalmente blanquecino o de ápice purpúreo, que sobrepasa en 0,3-0,7 mm al disco nectarífero; estigma hemisférico. Aquenio 1,2-1,8 mm, de razón longitud/anchura = 1,2-1,5, obtusiúsculo, que sobrepasa al disco en un 25-33% de su longitud.Esta especie se conoce de los Pirineos centrales franceses –Hautes-Pyrénées: valle de Neste de Couplan, bajo la Crête d’Estoudou, en laderas húmedas con bosque mixto de abetos y hayas y rododendros, sobre granitos, 1660-1680 m, leg. P. Frost-Olsen, n.° 9226 AAU–. Podría encontrarse en los Pirineos españoles. Todas las citas hispanas son ciertamente erróneas.
73. A. hoppeaniformis S.E. Fröhner in Anales Jard. Bot. Madrid 53(1): 29-30 (1995)[hoppeanifórmis]Ind. loc.: “Habitat in fissuris rupium calcarearum in montium latere umbroso. Occurr…
73. A. hoppeaniformis S.E. Fröhner in Anales Jard. Bot. Madrid 53(1): 29-30 (1995)[hoppeanifórmis]Ind. loc.: “Habitat in fissuris rupium calcarearum in montium latere umbroso. Occurrit in Hispania boreali. Typus. Prov. Burgos: Navas de Bureba, Sierra de Obarenes, rellanos de roquedos calizos, 1200 m (30TVN7527), 30.VII.1984, leg. Betoño et Alejandre, MA 399393 ”Ic.: Lám. 79 a-fSufrútice de tamaño pequeño, tapizante. Tallos fértiles 10-30 cm de longitud, c. 2 veces tan largos como los pecíolos de las hojas de la roseta, verdes, apenas teñidos de rojo, totalmente cubiertos de pelos seríceos y aplicados. Hojas de la roseta con el limbo de 3-7(9) cm de ancho, de semicircular a reniforme, rara vez circular [180-330(360)°] de plano a ligeramente infundibuliforme, dividido un 60-95% del radio en 7(9) lóbulos, de oblongo-cuneiforme-obovados a estrechamente elípticos o lanceolados, bastante lineares, con el ápice de redondeado a truncado, soldados entre sí en la base 1,5-20 mm –lóbulos de 25- 45° de amplitud, de 2-11 mm de anchura, de razón longitud/anchura = 1,9-2,5, con el ápice finamente aserrado y de margen entero a lo largo de 8-20 mm por cada lado (un 50-90% de su longitud); dientes del lóbulo intermedio 5-16, de 0,5-2,5 × 0,4-5 mm (un 2-7% del radio del limbo, y de razón longitud/anchura = 0,3-1,5), de anchamente triangulares, a veces arqueados, a ovado-mamiformes, agudos–, con el haz de un verde prado a un grisáceo obscuro, mate, glabra, y el envés blanco plateado, casi reflectante, muy densamente seríceo. Hoja caulinar superior con las estípulas de 4-10 mm, hendidas un 30-70% de su longitud, en 3-7 dientes de razón longitud/anchura = 1-4. Inflorescencia con 40- 300 flores, medianamente ancha; monocasios densamente bostricoides; pedicelos floríferos 1,5-3(10) mm; sin brácteas en la mayoría de las flores. Flores 2- 4,5 × 3-5 mm, de verdes a verde-amarillentas. Sépalos de razón longitud/anchura = 1-1,6; piezas del calículo de razón longitud/anchura = 2-3,5, de lineares a oblongas. Estambres con filamentos de 0,4-0,7 × 0,1-0,2 mm. Carpelo 1. Aquenio c. 1,5 mm, de razón longitud/anchura = 1,3-1,5, cortamente rostrado, agudo, que sobrepasa al disco en un 0-20% de su longitud.Fisuras y rellanos de roquedo, pedreras; en calizas, rara vez en flysch o en granito; 800-2150 m. V-VIII..Cordillera Cantábrica y Montes Vascos –puerto de San Isidro, montañas palentinas, macizo de Valnera, la Bureba, montes de Ordunte, Sierra Salvada, Sierra de Árcena, macizo del Gorbea y Sierra de Aralar– y Pirineos –valle de Irati y pico de Orhi, valles del Roncal y de Hecho, Sierra de Sis y valle de Boí–. Esp.: Bi Bu Hu L Na O P S Vi.
Ser. 2. Hoppeanae Buser ex Rothm.Hojas de la roseta con 7 ó 9(11) lóbulos, de haz mate o poco brillante en vivo. Flores todas sin brácteas o al menos algunas sin brácteas; …
Ser. 2. Hoppeanae Buser ex Rothm.Hojas de la roseta con 7 ó 9(11) lóbulos, de haz mate o poco brillante en vivo. Flores todas sin brácteas o al menos algunas sin brácteas; pedicelos floríferos (0,5)1-6 mm (en las flores terminales, 3-20 mm). Plantas basófilas.
68. A. transiens (Buser) Buser in Dörfl., Herb. Norm. 37: 204 (1898) [exsicc. n.° 3610][tránsiens]A. saxatilis subsp. transiens Buser in Ber. Schweiz. Bot. Ges. 4: 56 (1894) [basi&oacu…
68. A. transiens (Buser) Buser in Dörfl., Herb. Norm. 37: 204 (1898) [exsicc. n.° 3610][tránsiens]A. saxatilis subsp. transiens Buser in Ber. Schweiz. Bot. Ges. 4: 56 (1894) [basión.]A. alpina subsp. transiens (Buser) O. Bolòs & Vigo in Butll. Inst. Catalana Hist. Nat. 38: 67 (1974)A. basaltica Buser in Österr. Bot. Z. 44: 476 (1894), nom. nud.A. alpina subsp. saxatilis auct. lusit.A. mucronata S.E. Fröhner ap. D. Gómez & P. Monst. in Actas XXXVIII Reun. Ci. Soc. Esp. Estud. Pastos: 82 (1998)A. saxetana sensu Aedo & al. in Anales Jard. Bot. Madrid 55(2): 329 (1997)Ind. loc.: “Südtirol: Val Sugana in montibus graniticis di Porcegno, in Sette-selle aliisque (Ambrosi), cima di Giotara (Tappeiner), al Frate di Breguzzo, Judicarien (Boni), Monte Baldo (Alstroemer in Hb. Monac.), am Gipfel Costabella des Baldo (Bracht, ibid.); ein Ex. in Hb. Burnat, leg. Colani, vielleicht aus dem Oberengadin? – Hoher modenesischer und toscanischer Appennin: Vetto del Libro Aperto, Mod. (Gibelli), La Piastra, Cutigliano (Levier), in monte Prataccio supra Boscolungo App. Pistor. (Forsyth-Major, Levier)”Ic.: Lám. 77Sufrútice de tamaño pequeño, tapizante. Tallos fértiles 8-30 cm, de longitud 2-10 veces la de los pecíolos de las hojas de la roseta, erectos, verdes, totalmente cubiertos de pelos seríceos y aplicados. Hojas de la roseta con el limbo de 1,5-7 cm de ancho, de reniforme a semicircular, rara vez circular (180-360°), herbáceo, dividido un (80-)100% del radio en 5-7 lóbulos, de obovado-cuneiformes a anchamente lanceolados, con el ápice redondeado o truncado, rara vez acutiúsculo, y a menudo estrechados hacia la base en a modo de peciólulo (en las formas juveniles frecuentemente soldados por la base hasta en 8 mm) –lóbulos de 30-60(90)° de amplitud, de (5)8-17 mm de anchura, y de razón longitud/anchura = 1,1-3, de fina a toscamente aserrados y de margen entero a lo largo de 7-15 mm por cada lado (un 60-83% de su longitud); dientes del lóbulo intermedio 6-15, de 0,5-1,5 × 0,4-3 mm (un 2-10% del radio del limbo, y de razón longitud/anchura = 0,5-1,5, en el distal 1-2), incurvados, con frecuencia ganchudos, ancha o estrechamente triangulares, agudos–, con el haz de un verde amarillento a verde prado, rara vez verde obscuro, muy brillante en vivo, y el envés de un blanco verdoso a un blanco plateado, brillante, seríceo. Hoja caulinar superior con las estípulas de 3-8 mm, hendidas hasta un 6-40% del radio en 2-7 dientes –dientes de razón longitud/anchura = 0,3-2, que aumentan de tamaño hacia la base del limbo–. Inflorescencia con 35-300 flores, de 2-6 cm de anchura, estrecha; monocasios esféricos, reducidos; pedicelos floríferos 0,5- 1 mm (en las flores terminales, 1-2 mm); con brácteas en todas las flores. Flores 2-4 × 2,5-5 mm, de verde-amarillentas a amarillas. Sépalos de razón longitud/anchura = 1-1,5. Estambres con filamentos de 0,4-0,7 mm. Carpelo 1; estilo que sobrepasa en 0,3-1 mm al disco nectarífero; estigma de hemisférico a esférico. Aquenio 1,3-1,5 mm, de razón longitud/anchura = 1,3-1,5(1,8), de agudo a acutiúsculo, cortamente rostrado, glabro, que sobrepasa al disco en un 0-20% de su longitud.Matorrales camefíticos, fisuras o rellanos de roquedo, pedregales; en substrato silíceo; 1200- 2500 m. VI-VIII.Montañas del SW de Europa: Italia (Dolomitas), Alpes Marítimos, Macizo Central francés y Península Ibérica. En la Península: Pirineos –valles del Roncal, de Hecho, del Gállego, de Benasque, de Arán, de Cardós, Andorra–, Cordillera Cantábrica –aledaños del Espigüete, macizo de Peña Prieta, puerto de Piedrasluengas, alto Campoo, macizo de Valnera–, N del Sistema Ibérico –Sierras de la Demanda, de Mencilla, de Neila, de Urbión, de Camero Nuevo, Cebollera, del Madero y el Moncayo– y Sistema Central –Sierra de Guadarrama–; se ha citado de la Serra da Estrela (Portugal). And. Esp.: Bu Hu L Le Lo M Na P S So Z. Port.: (BA).Observaciones.– Buser, bajo los nombres de A. obovalis Buser – in Dörfl., Herb. Norm. 47: 198- 199 (1906) [exsicc. n.° 4637]– y de A. basaltica Buser, se refirió a plantas del W de los Alpes con los lóbulos de las hojas de la roseta anchos (relación longitud/anchura = 1,2-2). Pero los individuos normales de A. transiens, tras un período de tiempo lluvioso, dan hojas como ésas.A. saxetana Buser in Dörfl., Herb. Norm. 47: 199-200 (1906) [exsicc. n° 4638] es una especie endémica del bajo Valais suizo. Se distingue de A. transiens por los siguientes caracteres: lóbulos de las hojas de la roseta de cuneado-lanceolados a cuneado-obovados, redondeados en el ápice y frecuentemente muy estrechados hacia la base en a modo de peciólulo, que no se solapan, con dientes de 0,5-2,5 X 0,4-2(3) mm (un 5-10% del radio del limbo), y de razón longitud/anchura = 0,5-2, en el distal 1,5-2,5; hoja caulinar superior con estípulas de 5-10 mm, con 2-6 dientes de triangulares a lineares, de razón longitud/anchura = 1-5; pedicelos floríferos 1-2 mm (en las flores terminales, 1- 3 mm). Algunas plantas catalanas –cultivadas en Aarhus (Dinamarca), a partir de semillas ofrecidas por el Institut Botànic de Barcelona, Index Seminum 1979, n.° 1251, y procedentes de Barcelona: Montseny, Turó de l’Home– podrían llevarse a esta especie; pero antes de tomar tal decisión se imponen estudios más detenidos.
Ser. 1. Saxatiles Buser ex Rothm.Hojas de la roseta con (4)5 ó 7 lóbulos, de haz brillante en vivo. Flores de ordinario todas con brácteas, rara vez algunas sin ellas; pedicelos f…
Ser. 1. Saxatiles Buser ex Rothm.Hojas de la roseta con (4)5 ó 7 lóbulos, de haz brillante en vivo. Flores de ordinario todas con brácteas, rara vez algunas sin ellas; pedicelos floríferos 0,2- 2(3) mm (en las flores terminales, 1-2(4) mm). Plantas silicícolas.
Sect. 11. Alpinae É.G. CamusSufrútices, a veces tapizantes, densamente cubiertos, excepto en el haz de las hojas, de pelosidad serícea, aplicada. Tallos vegetativos de procumbente…
Sect. 11. Alpinae É.G. CamusSufrútices, a veces tapizantes, densamente cubiertos, excepto en el haz de las hojas, de pelosidad serícea, aplicada. Tallos vegetativos de procumbentes a postrados o cortamente erectos, que viven hasta 20 años. Hojas postcotiledonares (primarias) trilobuladas. Hojas de la roseta con el limbo de pedato a digitado, frecuentemente dividido un 100% del radio; dientes del lóbulo intermedio en general pequeños, de longitud hasta un 2-7(10)% del radio del limbo; pecíolo con un surco en la cara interna en seco, con los haces vasculares concéntricos y cerrados; estípulas blanquecinas, que pronto se vuelven pardo-anaranjadas, apenas dentadas, casi siempre de emarginadas a ligeramente bilobuladas, y con las aurículas casi totalmente soldadas entre sí por encima de la zona de inserción en el pecíolo, incisión de la ócrea 0-2 mm. Hojas caulinares inferiores con las estípulas rectas o falciformes, erectas, con 0-4 dientes. Hojas caulinares superiores de estípulas con dientes que aumentan de tamaño hacia la base del limbo. Inflorescencia con 20-300 flores; inflorescencias parciales formadas por dicasios o monocasios, a veces pseudoumbeliformes. Flores de amarillas a verdosas, con o sin brácteas. Receptáculo densamente seríceo, ligeramente estrechado en la parte superior. Sépalos de razón longitud/anchura = 1-2, de más cortos a un poco más largos que el receptáculo, al fin casi siempre patentes; piezas del calículo mucho más pequeñas que los sépalos. Estambres con filamentos apenas más anchos en la zona de inserción (ésta de 0,1-0,2 mm de anchura). Aquenio con frecuencia algo peloso en la base, que sobrepasa al disco en hasta un 40% de su longitud.Observaciones.– Las especies que tienen largos dientes en los lóbulos de las hojas de la roseta (más del 10% del radio del limbo), como A. serratisaxatilis, A. tenerrima, A. pallens, A. catalaunica y A. nieto-felineri, han de estudiarse más a fondo y comprobar si tienen algunos caracteres más de la sect. Pentaphyllea. De ser así, en vez de incluirse en la sect. Alpina deberían pertenecer a la sect. Glaciales S.E. Fröhner. Esta sección es hibridógena, intermedia entre las sect. Alpinae y la Pentaphylleae.
59. A. polatschekiana S.E. Fröhner in Feddes Repert. 92(1/2): 2-5 (1981)[Polatschekiána]Ind. loc.: “Habitat in pratis humidis montanis ad subalpinis [sic], ad rivos, solo sive calcar…
59. A. polatschekiana S.E. Fröhner in Feddes Repert. 92(1/2): 2-5 (1981)[Polatschekiána]Ind. loc.: “Habitat in pratis humidis montanis ad subalpinis [sic], ad rivos, solo sive calcareo sive siliceo in Hispania boreo-occidentali: Prov. Santander: N unterhalb des Portillo de la Sia [sic], ca. 1100 m, Silikat; humoses Bachufer; 13.–20. VI. 1977, A. Polatschek, Holotypus et 2 isotypi, W. Prov. Soria: Sierra de la Demanda: unterhalb Puerto de Santa Ines [sic] N Vinuesa, ca. 1550 m, Silikat, humoses Bachufer, unacum A. glabra Neyg., 10–16. VI. 1977, A. Polatschek, W. Prov. Vitoria: Pena [sic] Gorbea: Aldamin, ca. 1300-1350 m, Magerrasen über Kalk, 13.–20. VI. 1977, A. Polatschek, W”Ic.: S.E. Fröhner in Feddes Repert. 92(1/2): 3 Abb. 1(1), 9 Abb. 2(1), 12 Abb. 4a, 14 Abb. 5(1), 15 Abb. 6(1), 18 Abb. 7(1) (1981); lám. 74 f-jHierba perenne o sufrútice de tamaño que va de medio a grande. Tallos fértiles 10-60 × 0,15-0,3 cm, de longitud 1,5-3 veces la de los pecíolos de las hojas de la roseta, de ascendentes a erectos, con 6-8 entrenudos, cubiertos de una pelosidad densa en toda su longitud –pelos de inclinados a patentes (45-90°), al fin patentes (90°)–. Hojas de la roseta con el limbo de 2-14 cm de ancho, de reniforme a circular (240-480°), algo coriáceo, infundibuliforme, plegado y ondulado, rara vez plano y liso, dividido un 18-40% del radio en (7)9-11(13) lóbulos, de semicirculares a cuneiforme-circulares o cortamente parabólicos, con el ápice de redondeado a truncado –lóbulo distal de 30-60° de amplitud, con 5-10 pares de nervios secundarios, de margen entero a lo largo de 1-8 mm por cada lado (un 6-40% de su longitud); dientes del lóbulo distal 13-21, de 0,8-3 × 0,7- 3,5 mm (un 3-7% del radio del limbo, y de razón longitud/anchura = 0,5-2), de anchamente triangular-arqueados a estrechamente triangulares, de agudos a acutiúsculos, en general divergentes, del mismo tamaño o mayores hacia el ápice–, con el haz de un glauco a verde prado obscuro, con frecuencia ligeramente brillante en vivo, glabra o algo pelosa en los dientes, a veces también en los pliegues (0-15 pelos por mm 2, 0-150 por cm 2), y el envés siempre con pelosidad densa, a veces seríceo-lanosa, blanquecina y brillante (0-20 pelos por mm 2, 400-1600 por cm 2); pecíolo 1-3 mm de grosor, 3/4 cilíndrico, con la cara interna plana, muy densamente seríceo-lanoso –pelos de 1-2,2 mm, de inclinados a patentes (30-90°)–; estípulas 20-50 mm (un 9-13% de la longitud del tallo fértil), blanquecinas, un poco verdosas en el ápice, con las aurículas de 4-6 mm de ancho, de razón longitud/anchura = 2-3, soldadas entre sí 2-8 mm por encima de la zona de inserción en el pecíolo, de emarginadas a bilobuladas, cada una con 2-9 dientes heterogéneos, incisión de la ócrea 1-3 mm. Hoja caulinar más grande de anchura un 12-15% de la longitud del tallo, con 5-7 lóbulos, y frecuentemente truncada en la base. Hoja caulinar inferior con las estípulas falciformes, erectas, con 2-7 dientes. Hoja caulinar superior con lóbulos cortos, cada uno con 5-7 dientes; estípulas 6-13 mm, con frecuencia más largas que anchas, hendidas hasta un 30-50% del radio en 4-10 dientes –dientes de razón longitud/anchura = (0,3)0,5-3(4), desiguales, los mayores junto a la base de la hoja–. Brácteas hendidas un 33-67% del radio, con lacinias de razón longitud/anchura = 1-2. Inflorescencia con 60-300 flores, de 2-25 cm de anchura, bastante ancha –en los ejemplares grandes, muy extendida–; monocasios con 4-10 flores, de esféricos y con aspecto de ovillo, al fin laxamente bostricoides –entre los monocasios hay 1-4 flores terminales, pseudoumbeladas–; pedicelos floríferos 1-3 mm (en las flores terminales, 2-6 mm), con pelosidad laxa e inclinada o los superiores glabros, muy divaricados. Flores 2-4 × 3-5 mm, de verdes a verde-amarillentas. Receptáculo laxa o densamente lanoso, rara vez alguno glabro; en la madurez, de esférico a cortamente campaniforme, de cortamente atenuado a redondeado en la base y de anchura uniforme o algo estrechado en la parte superior. Sépalos de razón longitud/anchura = 1-2 y de longitud un 75-110% de la del receptáculo, de triangular-arqueados a ovados, agudos o acutiúsculos, de moderada a esparcidamente pelosos en la cara externa, al fin erecto-patentes; piezas del calículo de longitud un 67-100% de la del receptáculo, un 67-90% de la de los sépalos y de anchura un 30-80% de la de éstos, de oblongo-elípticas a ovadas, rara vez ovado-cordiformes, en general agudas, casi siempre con 3 nervios, con algunos cilios y a veces también pelosas en la cara externa. Estambres con filamentos de 0,6-0,7 × c. 0,1 mm; toro del disco nectarífero de hasta la misma anchura que el orificio, abundantemente peloso. Carpelo 1; estilo de ápice a veces purpúreo, que sobrepasa en 0,5-1,5 mm al disco nectarífero; estigma hemisférico. Aquenio 1,5-2 mm, de razón longitud/anchura = 1,5-1,7, de corta a largamente rostrado, de agudo a obtusiúsculo, que sobrepasa al disco en un 17- 33% de su longitud.Prados y pastos, frescos y húmedos, márgenes de arroyo; en substrato calizo o silíceo; 600- 2000 m. V-VIII.Cordillera Cantábrica (puerto de Palombera, macizo de Valnera, puerto de Alisas y monte Zalama), Montes Vascos –Sierra Salvada, el Gorbea y Sierra de Aralar–, Pirineos occidentales franceses y españoles –valle del Roncal, de Ansó y Candanchú– montañas de la Navarra media –Sierra de Andía– y N del Sistema Ibérico –Sierra de Camero Nuevo y puerto de Santa Inés–. Esp.: Bi Bu Hu Lo Na O P S So Vi.Observaciones.–Acerca de su caracterización frente a A. vetteri, véanse las observaciones a esta última especie.Las plantas de los Pirineos se distinguen de las restantes por la forma de los lóbulos de las hojas de la roseta (cortos y estrechos, y no anchos y a veces triangulares), por el color del haz (verde obscuro, y no de un color más verde prado), por la pelosidad de la inflorescencia (muy densa, frente a más glabra). Para que se pueda tomar una decisión acerca del rango taxonómico que supondrían tales diferencias, son necesarias ulteriores investigaciones tras un cultivo continuado.
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